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Projeto Coleta Seletiva: Condomínio Colaborador

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Aprovada e homologada em 2010 a Lei que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos estabelece para todo o território nacional normas e procedimentos para a correta gestão de resíduos, desde sua geração até a destinação final. Dentre as obrigações estão a coleta seletiva para lixo doméstico e a logística reversa para resíduos contaminados. Condomínios verticais e horizontais são considerados grandes geradores de lixo seco (recicláveis) e lixo úmido (não reciclável), porém a maioria deles não possui sistema de coleta seletiva, destinando os resíduos que poderiam gerar renda aos catadores de materiais reciclados à aterros sanitários, sem nenhum tipo de tratamento. Mas como os condomínios podem assumir essa parte da responsabilidade que lhes cabe? O que é preciso e como fazer? Como dar destinação a esse material? O Laboratório de Tecnologias Agro-Ambientais em Parceria com a COTRAMARE - Cooperativa de Trabalhadores de Materiais Recicláveis está desenvolvendo o Projeto de Coleta Sele...

14 anos da COTRAMARE

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Nessa semana a COTRAMARE  - Cooperativa dos Trabalhadores de Materiais Recicláveis de Campina Grande completou 14 anos de existência. Na ocasião foi realizada uma singela comemoração regada com muita alegria e orgulho. Essa cooperativa, da qual somos parceira, foi criada em novembro de 2001 por cerca de 50 catadores do antigo "lixão" de Campina Grande. Atualmente conta com uma unidade de coleta e triagem de materiais recicláveis, localizada à Rua Santa Rita, 486 – Jardim Quarenta. É composta por homens e mulheres, que vivem da catação, separação e comercialização dos materiais recicláveis.  É necessário termos consciência do trabalho dessa porção da população que tem sido excluída pela sociedade, mas que tem levado o nosso País à condição de um dos maiores recicladores mundiais. Os catadores atuam como agentes ambientais, em condições precárias e precisam de apoio de todos os munícipes para o fortalecimento de sua cooperativa. Parabenizamos á todos que form...

Participação no 7° Simpósio Internacional sobre Gerenciamento de Resíduos em Universidades

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Pelos programas que o Laboratório de Tecnologias Agroambientais desenvolve dentro da UFCG, fomos convidados a estarmos participando do 7° Simpósio Internacional sobre Gerenciamento de Resíduos em Universidades. A coordenadora do LTA, Prof.ª Drª. Luiza Eugenia da Mota Rocha Cirne será uma das Palestrantes do Evento. Pra quem não sabe o ISRMU é um evento que visa consolidar um fórum de debates sobre o GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS. O objetivo é abordar os problemas relacionados aos resíduos de maior impacto gerados em nossa sociedade, dentre eles estão os recicláveis, orgânicos, serviço de saúde e industriais. As universidades brasileiras vêm desenvolvendo pouco à pouco programas próprios para o gerenciamento de seus resíduos, dessa maneira, o evento apresentará novas práticas e tecnologias utilizadas para a redução dos resíduos em outros países e em todo o Brasil. Contudo,o evento deve renovar e melhorar o processo de construção da gestão de resíduos de maneira sistêmica e integrada d...

Sistema de devolução de embalagens de agrotóxicos

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O principal motivo para darmos a destinação final correta para as embalagens vazias dos agrotóxicos é diminuir o risco para a saúde das pessoas e de contaminação do meio ambiente.  A destinação final das embalagens vazias de agrotóxicos é um procedimento complexo que requer a participação efetiva de todos os agentes envolvidos na fabricação, comercialização, utilização, licenciamento, fiscalização e monitoramento das atividades relacionadas com o manuseio, transporte, armazenamento e processamento dessas embalagens.  A Legislação Federal Brasileira disciplina a destinação final de embalagens vazias de agrotóxicos e determina as responsabilidades para o agricultor, o revendedor e para o fabricante. O não cumprimento destas responsabilidades poderá implicar em penalidades previstas na legislação específica e na lei de crimes ambientais (Lei 9.605 de 13/02/98), como multas e até pena de reclusão. O inpEV- Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazi...

O lixo nosso de cada dia

Diariamente, assistimos as mais variadas condutas em relação ao “lixo nosso de cada dia”, conflitos, intolerância, síndromes, infrações e até crimes provocados pela geração e/ou descarte de resíduos. A geração de resíduos é antropogênica e verifica-se que do berço ao túmulo os homens, geram cada vez mais em intensidade e diversidade. Soma-se a essa característica os modelos econômicos e estilos de vida insustentáveis adotados por comunidades.  Um cidadão norte americano consome energia por 900 nepaleses, o que representa vultosas quantidades de recursos naturais para promover as necessidades de um único individuo. Ao longo do desenvolvimento cientifico, as ciências Ecologia e Economia deveria ter seguido caminhos indissociáveis, visto que a primeira é definida como “estudo da casa” e a segunda como “regras da casa”, porém os cenários revelados historicamente e mais fortemente nos dias atuais comprovam os descompassos entre a produção, o consumo e o metabolismo dos materiais di...

À Margem do Lixo

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O documentário "À margem do lixo" foi produzido no ano de 2008 pelo do premiado diretor Evaldo Mocarzel e tenta retratar os personagens principais sob um outro ponto de vista. Segundo a sinopse do filme, “tornar-se catador é uma forma de resistência, de sobrevivência de uma dignidade que insiste em preservar a sua cidadania. Há mais de 500 mil catadores no Brasil. À Margem do Lixo mostra a importância dessa economia informal que faz o nosso País ser referência no resto do mundo. O documentário resgata a dignidade dessa humanidade que sobrevive à margem de São Paulo, capital financeira do Brasil”. Trata-se da terceira parte de uma tetralogia iniciada com À Margem da Imagem, e À Margem do Concreto, e a obra À Margem do Consumo. Veja o trailer do documentário:

Por que pilhas e baterias não podem ir para o lixo comum?

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A falta de cuidado no descarte de pilhas e baterias pode resultar em diversas complicações, como a contaminação do solo e da água e até mesmo doenças que podem afetar quem entrar em contato com um local onde esses materiais foram descartados incorretamente. Pois, de acordo com o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), o perigo desses tipos de produtos reside no fato de as pilhas e baterias possuírem líquido tóxico em sua composição e, se jogadas incorretamente, podem ser amassadas ou estourarem, deixando vazar a substância. Assim, o líquido nocivo se acumula na natureza e, como não é biodegradável e não se decompõe, pode contaminar o solo. Por conta disso tudo, é tão urgente a conscientização e mudança de hábitos da população. Utilize da melhor forma Os primeiros passos para o descarte correto de pilhas e baterias, lembra a entidade, ocorre justamente nas escolhas para aquisição e uso desses tipos de produto: • Escolha pilhas recarregáveis, pois têm mais durabili...